Há vários tipos de Curingas no mundo. Ser Curinga é se mostrar sem medo.
Você já olhou para fora da janela hoje?
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domingo, 22 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
O Curinga e o Inovador
O Curinga disse para o Inovador: O que você está buscando? O Inovador respondeu: não faço este tipo de perguntas. - então porque você fala com o espelho? perguntou o Curinga intrigado. Surpreendido, o Inovador termina a conversa:- é mesmo, agora é hora de agir. O Curinga sorri.
Sou aquele que vive perambulando pelo mundo, sempre inquieto e questionador, impedindo que este se acomode, nunca me resignando, buscando sempre as respostas para os questionamentos fundamentais de nossa existência. Não me vejo rotulado, não pertenço a um "naipe" específico, não vejo o mundo apenas pela face como os outros, mas em toda sua profundidade. E começo minha busca sempre pela pergunta: "Tem algo que eu não entendo aqui..." (O Dia do Curinga - Jostein Gaarder)
Sou aquele que vive perambulando pelo mundo, sempre inquieto e questionador, impedindo que este se acomode, nunca me resignando, buscando sempre as respostas para os questionamentos fundamentais de nossa existência. Não me vejo rotulado, não pertenço a um "naipe" específico, não vejo o mundo apenas pela face como os outros, mas em toda sua profundidade. E começo minha busca sempre pela pergunta: "Tem algo que eu não entendo aqui..." (O Dia do Curinga - Jostein Gaarder)
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Brasil - Agora Vai! Vai?
E aí? Vai bem? E a pobreza, a corrupção, a falta de planejamento nas cidades e as leis que não são cumpridas e regulamentos que não são fiscalizados? É pra comemorar o crescimento ou pra chorar diante do fato que temos um dos mais baixos índices de compreensão de texto (quase 80% dos alunos que concluem a 8ª série se tornam candidatos a analfabetos funcionais)?
Existe sim uma crise de personalidade. Como Carlos Nader coloca em seu ótimo artigo da Revista Trip, estamos na adolescência do país, eufóricos com as mudanças. Sinto um pouco isso - uma fala que às vezes é grossa e comprometida, às vezes é fina e infantil, debochada - ainda. Nao sei mais se a coisa vai bem ou mal, ou se só está seguindo um caminho torto de desenvolvimento. Marcelo Tas mostra uma visão excelente da questão em seu Blog, dizendo que o Brasil é a Terra da Bipolaridade e da Ejaculação Precoce! Em uma crítica sutil aos defensores de 'direitas e esquerdas', coloca na mesa os comentários da edição do The Economist (cuja capa mostra a imagem acima) e a declaração do Ministro Lobão,dizendo que 'apagão é um caso encerrado'.
Falando nisso, gostei de uma frase da The Economist: O Brasil se destaca no BRIC pois diferentemente da China, é uma democracia; diferentemente da India, não possui conflitos étnicos ou religiosos; diferentemente da Russia, exporta mais que Petróleo e Armas e trata investidores estrangeiros com respeito. Numa matéria motivada também pela indicação do Rio como cidade-sede das olimpíadas, vemos um resumo interessante dos últimos 20 anos de nossa economia (link para a matéria abaixo).
Claro que não é dever de uma The Economist cobrar. Marcelo Tas é um guerreiro no meio de jornalistas sem conteúdo e sem memória, que se encaixam nos pólos da batalha e criticam por criticar - ele coloca na área pra gente chutar. Resta a nós Curingas botarmos os pesos e medidas e exigir crescimento sem gafes nem erros do tamanho de meio Brasil.
O Brasil vai e vamos com ele - sejamos co-pilotos responsáveis! Então, o que você vai fazer?
Link para as matérias:
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Salário e Bônus aumentam a motivação?
De tudo o que é feito no mundo corporativo, o que realmente foi comprovado como ação que traz bons resultados?
Será que não estamos pensando com base em suposições erradas? Será que o modelo mental por trás dos projetos, processos e modismos corporativos não está velho e desgastado?
Algumas dessas questões são debatidas neste vídeo do consultor Norte-Americano Daniel Pink.
Afinal, o que motiva os colaboradores de uma organização? Bônus, Salário, Horário Flexível, Ambiente de Trabalho? Porquê?
http://www.ted.com/talks/lang/por_br/dan_pink_on_motivation.html
Será que não estamos pensando com base em suposições erradas? Será que o modelo mental por trás dos projetos, processos e modismos corporativos não está velho e desgastado?
Algumas dessas questões são debatidas neste vídeo do consultor Norte-Americano Daniel Pink.
Afinal, o que motiva os colaboradores de uma organização? Bônus, Salário, Horário Flexível, Ambiente de Trabalho? Porquê?
http://www.ted.com/talks/lang/por_br/dan_pink_on_motivation.html
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terça-feira, 29 de setembro de 2009
Escolhas corporativas e o discurso de Edward Murrow
Caros colegas
Existe verdade na frase: "esqueça seus sonhos e ganhe dinheiro?"
Qualquer um pode se dar bem fazendo o que gosta?
Pra pensar, para quem puder ler, entrego-lhes o discurso de Edward Murrow, que em 1958 peitou um senador americano em plena Guerra Fria e fez um discurso que deveria estar na porta de toda emissora de TV. E deveria também ser discutido em toda escola de negócios, porque provoca o pensar sobre os fins e os meios. É fácil desviar o caminho, difícil é mudar uma história de vícios. O discurso é longo, vale a pena ler a parte final, clicando aqui. Ou cliquem aqui para ver uma parte em vídeo.
Sua batalha com o senador Joseph McCarthy inspirou o filme "Boa noite e boa sorte", de George Clooney, no qual trechos deste discurso são citados.
O link original está no blog do Walter Carrilho, uma dica pra quem quiser dar umas boas risadas e curte uma sátira ao estilo CQC.
Existe verdade na frase: "esqueça seus sonhos e ganhe dinheiro?"
Qualquer um pode se dar bem fazendo o que gosta?
Pra pensar, para quem puder ler, entrego-lhes o discurso de Edward Murrow, que em 1958 peitou um senador americano em plena Guerra Fria e fez um discurso que deveria estar na porta de toda emissora de TV. E deveria também ser discutido em toda escola de negócios, porque provoca o pensar sobre os fins e os meios. É fácil desviar o caminho, difícil é mudar uma história de vícios. O discurso é longo, vale a pena ler a parte final, clicando aqui. Ou cliquem aqui para ver uma parte em vídeo.
Sua batalha com o senador Joseph McCarthy inspirou o filme "Boa noite e boa sorte", de George Clooney, no qual trechos deste discurso são citados.
O link original está no blog do Walter Carrilho, uma dica pra quem quiser dar umas boas risadas e curte uma sátira ao estilo CQC.
terça-feira, 30 de junho de 2009
A Guerra pela Fraternidade
Nelson Mandela, primeiro presidente negro da África do Sul, lutou com todas as suas forças para acabar com o Apartheid - o regime de segregação racial que negava a grandíssima maioria negra da África do Sul os seus direitos políticos, sociais e econômicos. Por sua luta contra o regime da minoria branca, Mandela foi preso em 1962 e condenado a prisão perpétua. Libertado em 1990, depois de intensa pressão da opinião pública mundial pelo fim do Apartheid, Mandela passou a ser o líder do povo africano que exigia mudanças. Alguns mais radicais queriam que Mandela liderasse uma guerra de armas contra a minoria branca e tomasse o poder pela força. Mandela se recusou a fazer isso.
Apesar de todas as privações que passou na prisão, Mandela saiu de lá sem qualquer rancor, amargura, ou ódio em seu coração. Quando você olha uma das milhares de fotos que você encontra de Mandela na internet, você sempre o encontra sorrindo e de bem com a vida, você não consegue imaginar que esse ser humano tão feliz possa ter passado trinta anos da sua vida encarcerado em uma prisão quente na África do Sul.
Apesar de todas as privações que passou na prisão, Mandela saiu de lá sem qualquer rancor, amargura, ou ódio em seu coração. Quando você olha uma das milhares de fotos que você encontra de Mandela na internet, você sempre o encontra sorrindo e de bem com a vida, você não consegue imaginar que esse ser humano tão feliz possa ter passado trinta anos da sua vida encarcerado em uma prisão quente na África do Sul.
Extraído de texto de Ricardo Jordão Magalhães - BIZ REVOLUTION
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terça-feira, 21 de abril de 2009
Quando me Amei de Verdade
Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.E então, pude relaxar.Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes. Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é... Saber viver!!!
Charles Chaplin
domingo, 5 de abril de 2009
ESTRUTURAS EM REDE
Muito tem se falado sobre a Democratização nos processos de tomada de decisão nas organizações, viabilizada através de novos modelos organizacionais.A hierarquia representada pelos modelos tradicionais (organogramas matriciais e outras pérolas) sai de cena e entram as chamadas estruturas em "rede", flexíveis, democráticas e horizontais.
Vale algumas reflexões e questionamentos para compartilharmos:
- Qual a efetividade de uma estrutura em rede? Porque este "novo paradigma" tem avançado tão lentamente nas organizações do primeiro e segundo setor?
- Como educar os colaboradores para a mudança de modelos mentais e atitudes, de forma a viabilizar processos de transformação nas estruturas organizacionais?
- Quais os setores da economia em que estruturas em rede podem ter mais sucesso? Porquê?
- Quem são os principais consultores e pesquisadores sobre este tema no Brasil e no Mundo?
- Há uma necessidade não atendida no mercado relacionada à este tema? Se sim, podemos pensar em produtos e serviços que atendam ao mercado?
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Tomada de Decisão
domingo, 22 de março de 2009
ROAD LESS TRAVELED
Two roads diverged in a yellow wood
And sorry I could not travel both
And be one traveler, long I stood
And looked down one as far as I could
To where it bent in the undergrowth
Then took the other as just as fair
And having perhaps the better claim
Because it was grassy and wanted wear
Though as for that, the passing there
Had worn them really about the same
And both that morning equally lay
In leaves no step had trodden black
Oh, I kept the first for another day!
Yet, knowing how way leads onto way
I doubted if I should ever come back
I shall be telling this with a sigh
Somewhere ages and ages hence
Two roads diverged in a wood
And I took the one less traveled by
And that has made all the difference
Robert Frost
sábado, 21 de março de 2009
A vida que vale a pena ser vivida !
Eudaimonia
From Wikipedia, the free encyclopedia
Eudaimonia (Greek: εὐδαιμονία) is a classical Greek word commonly translated as 'happiness'. Etymologically, it consists of the word "eu" ("good" or "well being") and "daimōn" ("spirit" or "minor deity", used by extension to mean one's lot or fortune). Although popular usage of the term happiness refers to a state of mind, related to joy or pleasure, eudaimonia rarely has such connotations, and the less subjective "human flourishing" is often preferred as a translation.
Participei de uma palestra no final de 2008 na Fundação Nacional da Qualidade na qual o professor Clóvis de Barros Filho da ECA-USP falou sobre Eudaemonia e a vida que vale a pena ser vivida.
Enquanto muitos aproveitavam essa palestra para rir um pouquinho (o palestrante é muito bem humorado), eu como todo coringa tive insights e questionamentos. Será que a vida que vivo vale a pena para mim? Será que eu persigo a minha Eudaemonia ou a dos outros? Qual a minha Eudaemonia?
Deixo o questionamento para vocês também! Um vida eudaemonica é uma vida que vale a pena porque têm sentido e fim nela mesma.
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Eudaimonia (Greek: εὐδαιμονία) is a classical Greek word commonly translated as 'happiness'. Etymologically, it consists of the word "eu" ("good" or "well being") and "daimōn" ("spirit" or "minor deity", used by extension to mean one's lot or fortune). Although popular usage of the term happiness refers to a state of mind, related to joy or pleasure, eudaimonia rarely has such connotations, and the less subjective "human flourishing" is often preferred as a translation.
Participei de uma palestra no final de 2008 na Fundação Nacional da Qualidade na qual o professor Clóvis de Barros Filho da ECA-USP falou sobre Eudaemonia e a vida que vale a pena ser vivida.
Enquanto muitos aproveitavam essa palestra para rir um pouquinho (o palestrante é muito bem humorado), eu como todo coringa tive insights e questionamentos. Será que a vida que vivo vale a pena para mim? Será que eu persigo a minha Eudaemonia ou a dos outros? Qual a minha Eudaemonia?
Deixo o questionamento para vocês também! Um vida eudaemonica é uma vida que vale a pena porque têm sentido e fim nela mesma.
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