Você já olhou para fora da janela hoje?

...
Mostrando postagens com marcador Libertação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Libertação. Mostrar todas as postagens

domingo, 22 de março de 2009

ROAD LESS TRAVELED




Two roads diverged in a yellow wood
And sorry I could not travel both
And be one traveler, long I stood
And looked down one as far as I could
To where it bent in the undergrowth

Then took the other as just as fair
And having perhaps the better claim
Because it was grassy and wanted wear
Though as for that, the passing there
Had worn them really about the same

And both that morning equally lay
In leaves no step had trodden black
Oh, I kept the first for another day!
Yet, knowing how way leads onto way
I doubted if I should ever come back

I shall be telling this with a sigh
Somewhere ages and ages hence
Two roads diverged in a wood
And I took the one less traveled by
And that has made all the difference


Robert Frost

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

A Conduta Única de Ghandi

Mulher e filho chegam à casa de Ghandi para pedir sua ajuda:

- Paizinho, por favor peça ao meu filho para comer menos açúcar, não sei mais o que fazer com o menino...

Ghandi responde:

- Por favor volte dentro de 1 mês e resolveremos o problema.

Depois de 30 dias, voltam mãe e filho. Ghandi recebe-os com um grande sorriso e diz:

- Menino, páre de comer açucar branco, faz muito mal à sua saúde e...

A mãe interrompe: - Mas, paizinho, por quê nos fez esperar um mês inteiro para dizer isso? Por que não conversou com o menino antes?

- Porque há 30 dias atrás, minha filha, eu também comia açúcar...

Parece que grande parte de nossos problemas como sociedade vêm do fato de estarmos acostumados a ter uma conduta pública e outra pessoal; políticos, executivos e até celebridades querem ser julgados por resultados e publicidade, mas não pelo que acontece entre quatro paredes.

Ghandi acreditava tanto nisso que passou (ao todo) 7 anos preso por discordar repetidamente com a tirania britânica e a classe dominante indiana. E sem mudar suas convicções...

E você, curinga, está em paz consigo mesmo? Consegue falar, sentir e agir as mesmas coisas?

Empreendedores do mundo, uni-vos!

2 rápidas idéias "verdes" para adicionar na lista, quem vai achar a coragem?

GreenIrene - "Home makeovers" para tornar sua casa "eco-friendly".
Vegawatt - Reaproveitamento de óleo vegetal de restaurantes para gerar eletricidade e água quente.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

"Além do Materialismo Espiritual"

Este é o livro que está frequentando minha cabeceira nas últimas semanas, do mestre budista Chögyam Trungpa.

"O percurso correto do caminho espiritual é um processo muito sutil e não alguma coisa a que possamos atirar-nos ingenuamente. Existem numerosos desvios que levam a uma distorção egocentrada da espiritualidade; podemos iludir-nos, imaginando que estamos nos desenvolvendo espiritualmente quando, na verdade, não fazemos senão fortalecer nosso egocentrismo por meio de técnicas espirituais. A essa distorção básica pode dar-se o nome de materialismo espiritual."

"Na realidade, não desejamos identificar-nos com os ensinamentos ou vir a ser os ensinamentos. Assim, quando nosso mestre fala em renúncia do ego, tentamos imitar essa renúncia. Cumprimos as formalidades, fazemos os gestos apropriados, mas, na verdade, não queremos sacrificar parte alguma de nosso  modo de vida. Tornamo-nos atores habilidosos e, ao mesmo tempo que brincamos de surdo-mudos com os verdadeiros significados dos ensinamentos, encontramos algum conforto fingindo seguir o caminho."

"Não importa o que possamos usar para chegar à autojustificação: a sabedoria dos livros sagrados, diagramas ou mapas, cálculos matemáticos, fórmulas esotéricas, religião fundamentalista, psicologia profunda, ou qualquer outro mecanismo. ... Toda vez que temos uma noção dualística como, por exemplo: 'Estou fazendo isso porque quero atingir determinado estado de consciência, um determinado estado de ser', automaticamente nos separamos da realidade que somos."

UFF, para mim foi como um SOCO NO FÍGADO, "GUILTY AS CHARGED, YOUR HONOR"!!

E, lendo agora, ainda me fez lembrar dos Scuppies do Léo... ATÉ NOSSA ESPIRITUALIDADE ANDA VAZIA HOJE EM DIA...

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

"As a man, describe a time you have felt powerless based solely upon your gender"

Bem interessante este fórum no site IntegralLife.com, nunca tinha olhado a fundo a discriminação por este lado. Parando para pensar, vejo muitas situações no nosso cotidiano atual em que me sinto assim. E voce, curinga?

"Several years ago my marriage collapsed after my wife entered into a relationship with another man, a younger man. I did not have knowledge of it until she was irreversibly entrenched in the affair. We had a few talks. We went to a mariage counselor. I learned that I was being counseled to accept the change. We separated. We are going to be divorced. That's it! I felt powerless then. I feel powerless now. A unilateral decision was made. Done. No serious discussion about the cause(s) took place. The counselors accepted the woman's choice. The woman was not inclined to discuss why. No comment to me from family, friends, or workplace then or now. I would have welcomed interest and help. None. My point. The male stereotype is strong and silent. The female stereotype is weak and noisy. I was treated as a stereotypical male and she a stereotypical female. The culture legislated against me in favor of the woman on every level. All she had to say was "people change." Had I done the same thing the culture would have sympathized with the woman. It seemed that all of the consideration in this action was in the woman's favor. So, on one hand she was given the benefit of the doubt, i.e, I was justly left for another man without explanation, and on the other I am a man, and therefore there is no discussion necessary. I would be an adulterer if I was having the affair. The woman is excused by virtue of her sex and the new view of women as independent and free."

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Curingas

Visitantes da toca

O símbolo do curinga é o bobo da corte - aquele que divertia os reis e rainhas fazendo graça - muitas vezes graça dos próprios reis - dizendo a eles o que o povo gostaria de dizer, provocador - ironizava situações ao mostrar os dois lados da moeda, revelando fraquezas da realeza.

O curinga é a carta que muda de valor conforme a situação, que pode mudar de nível, não se prende a postos ou papéis pré-estabelecidos.

O arquétipo do "bobo", representado por um curinga é aquele que vem ao final de uma jornada e antes do início de outra - é aquele que evoca o lúdico, a diversão, a criatividade. Ele pede que aproveitemos o momento e nos conectemos com o agora e com a verdade.

Jostein Gaarder escreveu "O Dia do Curinga" - a história de um menino em uma viagem com seu pai. e nessa viagem descobre um livro que conecta seu passado, presente e futuro. O curinga é um dos personagens deste pequeno livro - é ele quem questiona o status quo e gera a faísca para a construção de uma nova realidade.
Nas palavras do autor: "E ele se encarregará de não permitir que o mundo se acomode. A qualquer momento, em qualquer parte, pode aparecer um pequeno bobo da corte usando um barrete e uma roupa cheia de guizos tilitantes. Ele nos olhará nos olhos e perguntará: "Quem somos? De onde viemos?”.

E você, é um curinga?


Contribua na definição este conceito

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Se piorar, estraga...

OK, depois de toda essa seriedade e muita ideia cabeça, vou me permitir a trazer uma idéia piegas, clichê e velha que dói! (Sim, porque no mundo youtube, "velha" é da semana passada!)

Bem na contra-mão do estilo curinga, alguém poderia dizer!

Então lhes ofereço, "inédito", "sem cortes" e na "versão original"...

Uma das experiências mais libertadoras de suas vidas...

O sonho velado de todo empregado de grandes corporações, de todo cidadão que paga impostos "em dia", e de todo filho que mora com os pais depois dos 25 anos...