Você já olhou para fora da janela hoje?
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Se piorar, estraga...
Supernova

terça-feira, 5 de agosto de 2008
Sabe aquela do palhaço?
Um homem marcou uma consulta para ver o psicólogo. Chegando no consultório, ele disse, "Doutor, eu sempre estou deprimido. O que devo fazer?"O psicólogo fitou seus olhos e disse, "Venha comigo até a janela."
O homem o seguiu. O psicólogo apontou para fora e disse, "Você esta vendo aquela tenda ali à distancia? Bom, tem um novo circo realmente bom na cidade. Há muitos números para assistir, especialmente os palhaços. E tem um palhaço em particular que é extremamente engraçado. Ele vai fazer você se acabar de rir, de novo e de novo. Vá e veja aquele palhaço e eu garanto que você nunca terá razão para sentir-se deprimido novamente!"
O homem virou-se para o psicólogo com olhos tristes e disse, "Doutor, eu sou aquele palhaço!"
Quem já se sentiu assim antes? Como é ser o "distribuidor de felicidade"?
Responsável pelo bem-estar de tudo e todos, responsável por estar "lá na frente" e trazer esperança e alegria ao mundo.
Sem nunca ter a chance de ser vulnerável, sem nunca ter a chance de pedir ajuda.
Quem já se sentiu assim antes? Eu me sinto, todos os dias.................................
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
A História das Coisas
Como se mede a felicidade de um povo?
Felicidade = Consumo?
Felicidade = PIB?
Qual a importância do consumo na sua vida atual?
Quanto tempo você gasta com consumo versus cultura, tempo livre, viagens ou meditação?
Alguns dados:
- Os EUA possuem 5% da população mundial e consomem cerca de 30% dos recursos
- Se o mundo inteiro consumir igual ao padrão norte-americano, precisaremos de 5 Planetas como o nosso
Estas reflexões podem ser feitas ao assistir o documentário de 20 minutos chamado "The Story of Stuff", disponível no YouTube.
Qual é o seu Dom?
Nos últimos 8 anos da minha vida (coincide com o começo da faculdade) uma pergunta volta e meia me atormenta...
Qual é o meu dom?
Não saber qual é o seu dom é apenas o início... várias perguntas aparecem como:
Será que o que eu escolhi para trabalhar (que é onde eu passo a maior parte do tempo da minha vida) é a minha área de especialidade? Será que é o que eu sei fazer bem? Quanto tempo vai levar para eu descobrir qual é o meu dom? Será que eu vou descobrir?
Para alguns é fácil identificar qual é o dom... Quantas pessoas não conhecemos que desde pequenos eram ótimos desenhistas, tocavam violão muito bem sem nem mesmo fazer aula, jogavam algum esporte bem melhor que os outros?
Mas e para as pessoas que não têm algum desses dons mais fáceis de perceber, como descobrir?
A fórmula eu ainda não descobri... muitas vezes eu acho que estou muito perto, mas nunca consigo ter certeza.
Lendo algumas coisas à respeito, vi que muitas vezes são os outros que podem te indicar qual é o seu dom... muitas vezes nós estamos tão condicionados a buscar alguma coisa que não conseguimos parar e ver quais são as nossas qualidades.
Talvez um caminho para conseguirmos ter consciência do que realmente somos é o que está indicado abaixo pelo russo. Nos desenvolvendo tanto para fora quanto para dentro nos possibilita ter uma visão de mundo mais completa e ao mesmo tempo aplicá-la para nós mesmos, vendo o que temos de bom, o que realmente fazemos melhor que os outros.
Enquanto estou nessa busca (eterna) do desenvolvimento integral, acho que os melhores caminhos a seguir para encontrar meu dom são: fazer o que me deixa feliz, talvez isso seja um indicativo e continuar perguntando para os amigos e pessoas próximas, o que eles enxergam como o meu diferencial.
E vocês? Já sabem quais são os seus dons?
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
La Montera, Gestalt y Travesía
Pessoalmente, acredito que, para atingir nosso pleno potencial de desenvolvimento, precisamos nos aprofundar em dois tipos de inteligência: interpessoal (sensibilidade para humores, sentimentos, temperamentos e motivações do OUTRO, empatia e habilidade de cooperar e relacionar-se em grupos) e intrapessoal (auto-conhecimento, consciência e capacidade de entender as próprias emoções, objetivos e motivações).
A maioria das pessoas que conheço têm um tipo bastante desenvolvido, enquanto apresenta dificuldades com o outro. Normalmente, classificamos as pessoas como "introvertidas" ou "extrovertidas".
Para nossa sorte, há muitos curingas espalhados pelo mundo ajudando a trilhar este caminho, a atingir nosso pleno potencial e encontrar nossa essência.
Um deles é o terapeuta Ramón Resina, fundador do La Montera, centro de Gestalt para psicoterapia e artes cênicas. Entre as diversas atividades desenvolvidas na escola, me chamou especial atenção a "Travesía".
Segundo o site, a Travesía consiste em uma viagem de 16 dias, partindo de Sevilha em direção ao deserto de Merzouga, situado no sul de Marrocos. O grupo convive em uma serie de situações intensas, numa viagem não somente física, mas também interior. A solidão e a natureza do deserto são propícios para meditação, para conhecer os limites de cada um e por em evidência a importância do equilíbrio nas relações.
E, não poderia ser diferente, o grupo é acompanhado pelo próprio Ramón Resina.
A próxima Travesía está marcada entre 22 de dezembro de 2009 e 07 de janeiro de 2010.
Nada mal para quem encara o Ano Novo como uma experiência de "renascimento", mas com certeza coisa para quem quer ver o mundo de uma forma diferente. Quem se arrisca?
terça-feira, 29 de julho de 2008
Como modelos mentais podem afetar a historia...
O texto é de Stephen J. Dubner, autor de Freakonomics, um dos livros com propostas mais inovadoras que li no último ano. O autor analisa bases massivas de dados estatísticos e, no melhor estilo curinga, chega a conclusões nada óbvias, como o que há de comum entre professores de escola americanas e lutadores japoneses de sumô.
E melhor, não tem medo de expor a verdade nua e crua, quando mostra a relação clara de causa e efeito entre a liberação do aborto nos EUA e a queda abrupta de crimininalidade ocorrida 25 anos após Wade vs Roe. "Duela a quien doler..."
Ainda não jogue fora seu capitalismo
A turbulência na economia americana fez muitas pessoas atacarem o capitalismo, por um bom motivo: o capitalismo é inerentemente turbulento. Este é motivo para Joseph Schumpeter, o lendário economista de Harvard, chamá-lo de "destruição criativa".
Dito isso, muita gente (inclusive eu) ainda assim considera o capitalismo como o melhor sistema econômico já inventado. Ele é perfeito? Dificilmente. Quando penso no capitalismo, eu penso no que Churchill certa vez disse sobre a democracia: "A democracia é a pior forma de governo, salvo todas as outras formas que têm sido experimentadas de tempos em tempos".
Uma boa forma de apreciar seu próprio sistema bom mas imperfeito é visitar o sistema pior e mais imperfeito de outro país. Aqui está o exemplo de um livro interessante que estou lendo -" The Gridlock Economy", de Michael Heller, um professor de lei imobiliária da Universidade de Colúmbia:
"No final de 1991, enquanto a União Soviética estava ruindo, eu viajei para Moscou como parte de uma equipe do Banco Mundial. O novo governo de Boris Yeltsin queria saber o que era preciso para criar uma economia de mercado em um país sem memória viva do capitalismo."
"Eu fiquei impressionado em quanto o socialismo inverteu as coisas. No inverno de Moscou, meus amigos deixavam suas janelas abertas para os apartamentos não superaquecerem. Por quê? A energia não tinha um preço, de forma que não havia termostatos. Todo mundo viajava grandes distâncias para trabalhar. Por quê? Terrenos e transporte não tinham um preço, de forma que Moscou tinha chalés próximos do centro da cidade e altos prédios de apartamentos nos subúrbios distantes. Milhões estavam socados em conjuntos habitacionais obsoletos, mas não havia como desenvolver os terrenos próximos. Estes custos se tornaram visíveis tão logo os russos começaram a atribuir um preço aos terrenos, à energia e outros recursos no valor de mercado mundial. A transição foi dolorosa."
Provavelmente nos faria bem perceber que o atual barulho em torno dos aumentos dos preços nos Estados Unidos é, na verdade, o som de muitos ovos sendo quebrado, o que de forma moderada poderá ser uma boa coisa para muitas pessoas. A dor do momento é real, mas também é a força do sistema.
Tem gente fazendo o mundo ficar pequeno
Há 4 anos dançando pelos 4 cantos, ficou tão famoso que hj é acompanhado por milhares de pessoas onde quer que vá... e não é para vê-lo dançando, mas para fazer parte deste movimento. Doido? Os curingas dizem que não...
Vejam em:http://www.wherethehellismatt.com/
Acabou de sair o vídeo de 2008. É impressionante - vale a pena fazer o download de todos.
É, tem gente fazendo o mundo ficar pequeno...
Faça sua própria jornada
Baseado no livro de John Krakauer, conta a história real de um jovem de classe média que resolveu tomar as rédeas da vida e recriar sua história na liberdade da floresta.
Além da história ter sida muito bem amarrada e ser contada de forma intrigante, a música é fantástica.
A trilha sonora do filme é toda cantada por Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam. É fantástica e deixa tranparecer todo o sentimento do personagem principal, que se tranforma e se descobre, dando um sentido para sua jornada.
Ao mesmo tempo vemos construção e destruição, liberdade e medo - elementos com os quais nos deparamos diariamente. Precisamos desta fuga para nos libertarmos? Você faria algo parecido, mesmo que por algum tempo apenas?
Você teve vontade de fugir de casa quando era criança? Eu andava com uma mala sempre pronta para o caso. Lá tinham revistas em quadrinhos, alguns trocados, uma barra de chocolate e duas balas de morango. Dava pra ficar um tempão imaginando como seria.
Se você viu o filme deixe seu comentário para discussão com os curingas de plantão.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
A Jornada do Herói nos Filmes
- O Show de Truman
- Equilibrium (muito bom, com o mesmo ator do Batman Begins)
- Batman Begins (este é bem comercial, mas tem tudo a ver com o processo de Iniciação)
- A Banda (está no Espaço Unibanco)
- Na Natureza Selvagem (este é aquele que comentei na última reunião)
- Os Intocáveis (um clássico, embora não tão velho - 1990)
- Excalibur (na minha opinião o melhor filme sobre o mito do Rei Artur - 1980)
Há também os óbvios: Star Wars (principalmente os 3 mais antigos), Superman (a versão de 1978), Matrix Trilogia (principalmente o primeiro).
Depois coloco outros. Estes são os que me vêem à mente agora. Coloquem os seus também...
Abraços,
Daniel